- 1
Lavam-se os caracóis em várias águas até ao completo desaparecimento da baba.
- 2
Colocam-se numa panela grande e cobrem-se com água (2 ou 3 dedos acima dos caracóis).
- 3
Juntam-se o azeite, os orégãos, o louro, os alhos inteiros, a cebola cortada em quartos, sal, pimenta e o piri-piri.
- 4
Leva-se a panela a lume brando. O aquecimento deve ser lento para provocar a saída dos «pauzinhos» dos caracóis.
- 5
Quando levantar fervura, vai-se retirando a espuma que se forma à superfície, com a ajuda de uma escumadeira, e mantém-se a fervura sempre suave (cerca de 2 a 3 horas).
- 6
Conservam-se no líquido da cozedura até à altura de servir.
- 7
Servem-se quentes em pratinhos individuais com um pouco do caldo da cozedura. Comem-se com o auxílio de palitos ou alfinetes.
- 8
Em Portugal dá-se preferência aos caracóis cinzentos e pequenos, mas os grandes, apanhados nas vinhas, são também muito apreciados.
- 9
A estes dá-se vulgarmente o nome de caracoletas.
- 10
São sempre preferíveis caracóis fechados por uma fina película dura; os outros deverão «jejuar» durante vários dias, a fim de serem eliminadas algumas toxinas provenientes de ingestão de ervas que são prejudiciais ao homem.